Olha só esse B Boy!!!
quinta-feira, 10 de abril de 2008
segunda-feira, 31 de março de 2008
Essa Garotada Detonaaaa!!!!
Pessoal fico devendo um vídeo com qualidade melhor, mas esse está aki para vcs sentirem o gostinho do que será nosso projeto de Hip Hop!!!
Pity Box (Rafael) e Jonny
domingo, 23 de março de 2008
Dica para o final de semana

A Feira da Praça, que existe desde 1987, é hoje um ponto de referência intelectual, cultural e já faz parte da calendário turístico e de lazer de São Paulo. O evento, que se realiza todos os sábados, das 9 às 19 horas, no bairro de Pinheiros, conta com a participação de 320 expositores, com artesanato variado, obras de arte e antiguidades, além da praça de alimentação.
O Autor na Praça é um projeto que acontece 2 vezes ao mês e tem despertado muita atenção. No espaço de apresentações Plínio Marcos, autores fazem lançamentos de seus livros enquanto batem um papo descontraído com os freqüentadores.
Chorinho na Praça. Todos os sábados, das 14:30 às 18:30, você tem oportunidade de ouvir o tradicional chorinho da praça Benedito Calixto, comandado por Canário e seu Regional.
A Praça de Alimentação com suas comidas típicas, é um ponto de encontro todas as tardes de sábado onde os freqüentadores da Feira se reúnem para comer os petiscos, tomar uma cerveja ao som do chorinho.
A musicalidade da Feira não se limita ao chorinho, acolhendo espetáculos de música de diversos gêneros. Um desses espetáculos que acontece com bastante freqüência é a apresentação de corais às 18 horas, encerrando as atividades da Feira.
Para quem adora instrumentos musicais, temos a rua dos instrumentos musicais que é a Teodoro Sampaio, bem próxima à feira, podemos encontrar todos os tipos de instrumentos, instrumentos raros, luties, e pela grande quantia de lojas a negociação torna-se mais fácil.
Essa é a minha dica para o fim de semana, boa e barata
sábado, 22 de março de 2008
TEATRO

A palavra teatro define tanto o prédio onde podem se apresentar várias formas de artes quanto uma determinada forma de arte.
O vocábulo grego Théatron estabelece o lugar físico do espectador, “lugar onde se vai para ver”. Entretanto o teatro também é o lugar onde acontece o drama frente a audiência, complemento real e imaginário que acontece no local de representação. Ele surgiu na Grécia antiga, no século IV a.C..
Toda reflexão que tenha o drama como objecto precisa se apoiar numa tríade: quem vê, o que se vê, e o imaginado. O teatro é um fenómeno que existe nos espaços do presente e do imaginário, e nos tempos individuais e colectivos que se formam neste espaço.
O teatro é uma arte em que um actor, ou conjunto de actores, interpreta uma história ou actividades, com auxílio de dramaturgos, directores e técnicos, que têm como objectivo apresentar uma situação e despertar sentimentos na audiência.
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História do teatro
Grécia antiga
A consolidação do teatro, enquanto espectáculo, na Grécia antiga deu-se em função das manifestações em homenagem ao deus do vinho, Dionísio. A cada nova safra de uva, era realizada uma festa em agradecimento ao deus, através de procissões.
Com o passar do tempo, essas procissões, que eram conhecidas como “Ditirambos”, foram ficando cada vez mais elaboradas, e surgiram os “directores de coro” (os organizadores das procissões).
Nas procissões, os participantes se embriagavam, cantavam, dançavam e apresentavam diversas cenas das peripécias de Dionísio. Em procissões urbanas, se reuniam aproximadamente vinte mil pessoas, enquanto que em procissões de localidades rurais (procissões campestres), as festas eram menores.
O primeiro diretor de coro foi Téspis, que foi convidado pelo tirano Préstato para dirigir a procissão de Atenas. Téspis desenvolveu o uso de máscaras para representar pois, em razão do grande número de participantes, era impossível todos escutarem os relatos, porém podiam visualisar o sentimento da cena pelas máscaras.
O “Coro” era composto pelos narradores da história, que através de representação, canções e danças, relatavam as histórias do personagem. Ele era o intermediário entre o actor e a platéia, e trazia os pensamentos e sentimentos à tona, além de trazer também a conclusão da peça. Também podia haver o “Corifeu”, que era um representante do coro que se comunicava com a platéia.
Em uma dessas procissões, Téspis inovou ao subir em um “tablado” (Thymele – altar), para responder ao coro, e assim, tornou-se o primeiro respondedor de coro (hypócrites). Em razão disso, surgiram os diálogos e Téspis tornou-se o primeiro ator grego.
Autores
Os tragediógrafos
Muitas das tragédias escritas se perderam e, na actualidade, são três os tragediográfos conhecidos e considerados importantes: Ésquilo, Sófocles e Eurípedes.
Ésquilo (525 a 456 a.C.. aproximadamente)
• Principal texto: Prometeu acorrentado.
• Tema principal que tratava: contava fatos sobre os deuses e os mitos.
Sófocles (496 a 406 a.C. aproximadamente)
• Principal texto: Édipo Rei.
• Tema principal que tratava: as grandes figuras reais.
Eurípides (484 a 406 a.C aproximadamente)
• Principal texto: As troianas
• Tema principal que tratava: dos renegados, dos vencidos (pai do drama ocidental)
Os comediógrafos
Aristófanes (445 a.C.? – 386 a.C.)
Dramaturgo grego considerado o maior representante da comédia grega clássica.
«(…)»
Fonte: http://www.mgrande.com/weblog/index.php/partosdepandora/comments/dia_mundial_do_teatro2/
acesso em 22/03/2008
Globe Trotters - Basquet ball Arte!!!
Estes caras transformaram o Basquet Ball em Arte!!!
Com vocês os GLOBE TROTTERS!!!
Com vocês os GLOBE TROTTERS!!!
Breve história da origem do hip-hop

O hip-hop emergiu nos EUA, na década de 70, nos subúrbios negros de Nova Iorque (Bronx, Harlem, Brooklyn). Estes subúrbios, verdadeiros guetos, enfrentaram todo tipo de problemas: pobreza, violência, racismo, tráfico, carências de infra-estrutura, de educação, etc. Os jovens encontravam na rua o único espaço de lazer, e geralmente entravam num sistema de gangues (bem formando parte de alguma das gangues, bem desde fora delas, mas sempre conhecendo os territórios e as regras impostas por elas), as quais se confrontavam de maneira violenta na luta pelo domínio territorial.
Neste contexto nasciam diferentes manifestações artísticas de rua: música, dança, poesia, pintura. Os DJ’s Afrika Bambaataa, Kool Herc e Grand Master Flash, entre outros, observaram e participaram destas expressões de rua, e começaram a organizar festas nas quais estas manifestações tinham cabida.
Em 12 de novembro de 1973 foi criada a Zulu Nation1, cuja primeira sede estava situada no bairro do Bronx. A Zulu Nation é uma ONG que tem como objetivo acabar com os vários problemas dos jovens dos subúrbios (ainda que, posteriormente, adquiriu caráter universal), especialmente com o problema da violência. Começaram a organizar “batalhas” não violentas entre gangues com um objetivo pacificador. As batalhas consistiam em uma competição artística (para ilustrar o ambiente hip-hop nos EUA na década de 80, recomendo o filme Wild Style, do diretor Charlie Ahearn, no qual aparecem grandes figuras de vital importância na construção do movimento, como o DJ Grand Master Flash). Nascia assim o hip-hop, aglutinando os 4 elementos básicos:
- DJ (disc-jockey): operador de discos, que faz bases e colagens rítmicas sobre as quais se articulam os outros elementos.
- MC (master of cerimonies): porta-voz que relata, através de articulações de rimas, os problemas, carências e experiências em geral dos guetos. Não só descreve, também lança mensagens de alerta e orientação.
Estes dois elementos conformam o chamado rap (rythm and poetry).
- B boy (break boy): representante da expressão corporal, da dança de rua, o street dance ou break dance, em seus vários estilos (popping, locking, boogaloo, etc).
- Grafitti: expressão plástica, pinturas geralmente feitas em muros, trens, etc.
A Zulu Nation acrescentou um quinto elemento aos quatro existentes (DJ, MC, B boy, Grafitti): o Conhecimento – consciência cidadã. Alertou-se insistentemente para a importância deste quinto elemento, para a sobrevivência e o sucesso deste movimento. Conhecimento do mundo, cultura, para formar uma identidade e uma consciência étnica e de cidadania em pessoas, especialmente os afro-descendentes pobres, que tinham difícil acesso à educação e mal conheciam os seus direitos e deveres como cidadãos,. Assim, o hip-hop se transformou em um instrumento de mudança social.
Foi o trabalho da Zulu Nation que conseguiu que o hip-hop fosse conhecido como cultura e exportado a outros lugares, nos EUA e no mundo.
Fonte: http://hemi.nyu.edu/course-rio/perfconq04/students/work/hiphop%20performance%20afro.htm - acesso em 22/03/2008
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